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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Já pensou pagar somente R$ 50.000 por um Mercedes-Benz ou um BMW?

Em Londres, carro de luxo pode custar.
Quase o mesmo que um popular no Brasil Já pensou pagar somente R$ 50.000 por um Mercedes-Benz ou um BMW?

Ter um carro no Brasil é muito caro. Fato! A alta carga tributária e a excelente rentabilidade que as montadoras têm são, sem sombra de dúvidas, os principais vilões. Para ver se isso é assim em outras partes do mundo, o WebMotors foi até Londres, na Inglaterra, para saber quanto custa rodar de carro na ‘Terra da Rainha’. Mas já adiantamos: é muito mais barato do que aqui!

Para se ter uma ideia, o motorista brasileiro Alex Lopes Valente pagou por uma Mercedes-Benz Classe C Touring 2008 completa, com DVD player, navegador e comando de voz, cerca de 10.000 libras (R$ 46.700, sem impostos).

Já o empresário brasileiro Maurício Spinola tem uma BMW 330 Touring ano 2006 recheada de equipamentos e acessórios da divisão esportiva M. Por este carro ele desembolsou em 2013 algo em torno de 11.000 libras (R$ 51.300, sem impostos).

CONFIRA O VÍDEO






Na Inglaterra, o mercado de carros usados é maior do que o de zero-quilômetro. Um Audi TT 2009, por exemplo, pode sair pela bagatela de 10.000 libras. Aqui no Brasil, o mínimo que se investe por um exemplar deste é R$ 115.000. Já um BMW Z4 ano 2010 pode valer somente 11.900 libras. Aqui, um modelo igualzinho pode sair por R$ 180.000.

 WebMotors.


Consulte preços de carros novos e usados na Tabela Fipe e WebMotors.


terça-feira, 31 de março de 2015

AGORA BRASILEIROS PODEM ENTRAR EM MAIS DE 60 PAÍSES SEM VISTO.





Foto: internet   
                                       


Boas notícias! O Brasil e a Geórgia realizaram no último dia 11 de março um acordo bilateral para liberar a entrada de turistas de ambos os países sem a necessidade do visto, permissão legal de entrada em qualquer local estrangeiro. Agora sem burocracia ( porém, fica obrigatória a apresentação do passaporte, exceto:nos países do Mercosul, onde os brasileiros podem entrar somente com a carteira de identidade) os viajantes de plantão podem embarcar sem medo nos 66 países logo abaixo. Confira:





África do Sul
Alemanha
Andorra
Antilhas Francesas
Argentina
Áustria
Bahamas
Barbados
Bélgica
Bolívia
Bósnia Guiana
Bulgária
Chile
Colômbia
Coréia do Sul
Costa Rica
Croácia
Dinamarca
Equador
Eslováquia
Eslovênia
Espanha
Filipinas
Finlândia
França
Geórgia
Grécia
Guatemala
Honduras
Holanda
Hong Kong
Hungria
Irlanda
Islândia
Israel
Itália
Liechtenstein
Luxemburgo
Malásia
Marrocos
México
Mônaco
Namíbia
Noruega
Nova Zelândia
Panamá
Paraguai
Peru
Polônia
Portugal
Reino Unido
República Tcheca
Romênia
Rússia
San Marino
Sérvia
Suécia
Suíça
Suriname
Tailândia
Trinidad e Tobago
Tunísia
Turquia
Ucrânia
Uruguai
Vaticano
Venezuela

Fonte: http://www.administradores.com.br/


Mercosul com RG

Moradores dos países que integram o Mercado Comum do Sul podem viajar sem passaporte, apenas com documentos de identificação

Desde junho de 2008, os turistas dos países que compõem o Mercado Comum do Sul, o Mercosul, podem apresentar apenas a cédula de identidade nas viagens realizadas nos locais que formam o bloco. Não é preciso levar passaporte nem visto de entrada.

A decisão do Conselho do Mercado Comum (CMC), órgão decisório do Mercosul, tem como objetivo facilitar o trânsito de cidadãos para aprofundar a integração regional. Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai são os países fundadores do Mercosul  e Chile, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela integram o bloco como associados. A íntegra do acordo pode ser lida na página brasileira do Mercosul.

Os documentos de identidade devem ter fotografia atual e, caso gerem dúvidas, pode ser solicitado outro tipo de identificação, também com foto. Confira os outros registros aceitos em viagens pelos países do bloco:

Argentina:

•    Documento Nacional de Identidade
•    Passaporte
•    Cédula de Identidade Mercosul expedida pela Polícia Federal (utilização válida até seu respectivo vencimento)

Brasil:

•    Registro de Identidade Civil
•    Cédula de Identidade expedida por cada Unidade da Federação com validade nacional
•    Cédula de Identidade de Estrangeiro expedida pela Polícia Federal
•    Passaporte

Paraguai:

•    Cédula de Identidade
•    Passaporte

Uruguai:

•    Cédula de Identidade
•    Passaporte

Bolívia:

•    Cédula de Identidade
•    Cédula de Estrangeiros
•    Passaporte

Chile:

•    Cédula de Identidade
•    Passaporte

Colômbia:

•    Cédula de Cidadania
•    Carteira de Identidade
•    Cédula de Estrangeiro
•    Passaporte

Equador:

•    Cédula de Cidadania
•    Cédula de Identidade
•    Passaporte

Peru:

•    Documento Nacional de Identidade
•    Carnê de Estrangeiro
•    Passaporte

Venezuela:

•    Cédula de Identidade
•    Passaporte

Fonte:
Ministério das Relações Exteriores






quarta-feira, 25 de março de 2015

Componente da maconha está liberado para uso medicinal no Brasil







Componente da maconha está liberado para uso medicinal no Brasil – mas a droga, não

Esta semana, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberou o uso terapêutico do canabidiol, substância encontrada na planta da qual se faz a maconha. Isso obviamente causou polêmica: será esse o primeiro passo para legalizar a maconha no país? É provável que não.

O canabidiol (CBD) não é um elemento psicoativo da maconha: ou seja, ele não tem efeito entorpecente. Além disso, não há registro de que cause dependência.

Estudos apontam que o CBD ajuda pacientes com doenças neurológicas, como epilepsia e esclerose múltipla. Ele pode ser útil até mesmo em crianças, reduzindo a frequência de convulsões.

A principal produtora de remédios à base de CBD é a China, onde está plantado 70% do estoque global de cânhamo industrial. No país, o consumo de maconha é estritamente ilegal. Da planta, extraem-se as sementes e a fibra.

A Índia também está entre as grandes produtoras de CBD, e lá a maconha é proibida por lei desde 1985. No entanto, o país tem uma atitude mais liberal em relação à droga, por estar associada à religião. Em Varanasi – a cidade indiana mais sagrada do hinduísmo – o próprio governo vende a Cannabis para rituais espirituais.

No Brasil, o cultivo da Cannabis segue proibido, mesmo que para fins de pesquisa. Hoje, cientistas trabalham com maconha apreendida pela Polícia Federal.

Ganhando espaço
Aos poucos, o CBD está ganhando espaço no mundo. Ele é permitido em países como EUA, Canadá e Israel, na forma de cápsulas, sprays, gotas e até adesivos.

No Brasil, foi necessária muita pressão para que o CBD fosse liberado. Parentes de crianças que sofrem convulsão se uniram na campanha Repense, que produziu até um documentário sobre o assunto. O filme relata a rotina de Katiele Fischer, mãe de Anny, em sua luta para conseguir medicar a filha, que sofre de epilepsia refratária.



Esta é a primeira vez que a Anvisa reconhece, oficialmente, o efeito terapêutico de uma substância derivada da Cannabis. Mas ela está cautelosa: a família do paciente ainda terá que pedir autorização para importar produtos à base de CBD, porque eles contêm níveis bastante baixos (porém não nulos) de THC. O tetraidrocanabinol é o principal elemento psicoativo da maconha; esta substância continua proibida.

Ainda não há medicamentos à base de CBD no Brasil, mas isso deve mudar: a Anvisa leva até nove meses para aprovar a venda de novos remédios, e uma empresa europeia entrou com pedido, já em análise.

Com a mudança, médicos podem receitar com mais tranquilidade remédios à base de CBD. E laboratórios no Brasil estão liberados para pesquisar o canabidiol – desde que não plantem maconha.


Além disso, a Anvisa promete algumas medidas para facilitar a importação, criando uma lista dos produtos com CBD mais utilizados – eles terão liberação prévia. A proposta deve ser apresentada em até 30 dias.



[Zero Hora – Estadão – Folha de S. Paulo]

Foto: remédio Sativex à base de canabidiol (AP Photo/GW Pharmaceuticals)

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