Mostrando postagens com marcador Prefeitura de Goiânia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Prefeitura de Goiânia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Prefeitura Municipal de Goiânia Lança novo secretariado

Confira a lista do novo secretariado da Administração Municipal. A lista foi apresentada hoje à imprensa pelo Prefeito Paulo Garcia.


Novos

Secretaria de Administração    Valdi Camarcio
Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Inovação    Paulo Borges
Secretaria de Direitos Humanos e Políticas Afirmativas    Pedro Wilson
Secretaria de Trânsito, Transporte e Mobilidade    Andrey Azeredo
Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC)    Murilho Ulhoa
Instituto Municipal de Assistência à Saúde e Social dos Servidores    José Geraldo Freire
Agência Municipal de Meio Ambiente    Nelcivone Melo
Agência de Turismo e Lazer      Sebastião Peixoto
Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Goiânia (IPSM)    Fernando Evangelista
Procon Goiânia      Rodrigo Melo

Mantidos

Secretaria de Governo    Osmar Magalhães
Secretaria de Planejamento Urbano e Habitação    Paulo Cesar Pereira
Secretaria de Educação e Esporte    Neyde Aparecida
Secretaria de Comunicação    Edmilson Santos
Secretaria de Cultura    Ivanor Florêncio
Secretaria de Finanças    Jeovalter Correia
Secretaria de Obras e Serviços Públicos    Washington dos Santos
Secretaria de Políticas para as Mulheres    Teresa Cristina Sousa
Secretaria de Saúde    Fernando Machado
Agência da Guarda Civil    Elton Magalhães
Controladoria Geral do Município    Edilberto Dias

quinta-feira, 23 de abril de 2015

GUARDA MUNICIPAL ESPANCA TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA QUE FAZIAM ASSEMBLEIA NA FRENTE DO PAÇO MUNICIPAL.



 Pois é, a falta de diálogo real com a categoria e a ausência de uma proposta da prefeitura acabou gerando a continuidade da greve dos trabalhadores. Assim que saiu o resultado da votação da Assembleia, agora a pouco, os manifestantes subiram para o bloco D e foram agredidos pela Guarda Municipal, que atacou os trabalhadores com spray de pimenta no rosto e pauladas na cabeça. Em meio a multidão presente no local, curiosamente, os alvos foram os coordenadores do Comando de Greve/SIMSED, dentre eles, Hugo Rincon, Valmer Medeiros, Antônio Gonçalves, Dalva, dentre outros.

Mais uma vez, a atual gestão da prefeitura de Goiânia mostra toda a sua truculência e falta de diálogo com a categoria. Pelo visto, as denúncias de irregularidades cometidas por ele em relação a gratificações polpudas para seus pares devem ter mexido com o senso do prefeito Paulo Garcia que, já sabemos, não tem o mínimo equilíbrio para gerir a cidade, muito menos situações de crise, como esta. Crise esta gerada por ele mesmo, ao lançar um decreto tirando direitos adquiridos dos servidores do município.

Será que mesmo agora, diante desta agressão aos trabalhadores, o Ministério Público vai continuar omisso, como se apresenta até o presente momento? Será que a política de boa vizinha com o poder, que vem acontecendo há tempos, vai continuar? O Ministério Público existe para quê mesmo?

Abaixo as fotos de dois dos manifestantes mais machucados: Dalva e Hugo Rincon. Eles sofreram golpes de cassetete na cabeça e no corpo.
 Os trabalhadores da educação agredidos foram para o 8º DP registrar Boletim de Ocorrência. Infelizmente, a prefeitura de Goiânia transformou a greve pacífica dos trabalhadores em caso de polícia. 












sexta-feira, 20 de março de 2015

BRT insere Goiânia em projeto mundial de mobilidade urbana

Investimento

Implantação do BRT cresceu 383% nos últimos 10 anos. Estados Unidos, Canadá,

França, África do Sul, Indonésia, Índia, Chile, Argentina e México estão entre os 35
países que aderiram ao sistema, que custa, no mínimo, 10 vezes menos que os metrôs e é cerca de seis vezes mais barato que o VLT. Priorização do transporte público frente
ao individual é tendência global e bandeira de especialistas


Por Giselle Vanessa Carvalho, da diretoria de Jornalismo
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Quase 170 cidades do mundo já aderiram ao Bus Rapid Transit (BRT) como
alternativa para melhorar a mobilidade em conglomerados urbanos que não mais
comportam o alto fluxo de automóveis nas vias disponíveis. Chicago, Los Angeles e
Las Vegas, nos Estados Unidos; Xangai e Guangzhou, na China; integram a lista de
locais que adotaram faixas especiais para ônibus, um modelo que cresceu 383% entre
2004 e 2014, sustentado pela saturação automotiva e pela relação custo-benefício que
oferece. De acordo com estudo do Institute for Transportation and Development Policy
(ITDP), a modalidade de transporte que será implantada em Goiânia, como resultado de
parceria entre os governos Municipal e Federal, custa, no mínimo, 10 vezes menos que
um metrô subterrâneo e tem o preço do quilômetro construído cerca de seis vezes
abaixo do de um Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). A malha do BRT de Goiânia, por
exemplo, tem preço estimado sete vezes abaixo da de um VLT.
Considerado por especialistas em mobilidade a melhor solução econômica e de
desenvolvimento urbano sustentável para o transporte coletivo de alta capacidade, o
BRT é recomendado para cidades com mais de 500 mil habitantes. Nos últimos 10 anos,
segundo pesquisa do ITDP, feita com respaldo da ONU-Habitat e da Climate Works
Foundation, em 62 cidades e 98 linhas instaladas em diferentes localidades do mundo;
foram construídos 1.850 de um total de 2.580 quilômetros de corredores projetados. Os
21,8 quilômetros que vão interligar as regiões Sul e Norte de Goiânia integrarão as
estatísticas do ITDP na próxima década.
“O futuro é o transporte coletivo. Há gestores de todo o mundo envolvidos na
expansão de faixas exclusivas para ônibus e também da malha cicloviária. Priorizar o
transporte coletivo frente ao individual é uma tendência global e bandeira defendida por
especialistas em mobilidade. Goiânia está se modernizando agora para manter a
qualidade de vida das futuras gerações”, diz o prefeito da Capital, Paulo Garcia,
responsável pelo maior investimento em mobilidade urbana da história de Goiânia. Para
a execução da obra, serão aplicados cerca de R$ 210 milhões oriundos do Programa de
Aceleração do Crescimento (PAC) - Pacto pela Mobilidade; e de outros R$ 130 milhões
como contrapartida do Tesouro Municipal, inclusive para custeio de desapropriações.
Ao todo, o BRT deve demandar investimentos na ordem de R$ 340 milhões e
resultar na ampliação em 120 mil usuários da capacidade diária da rede de transporte
público de Goiânia. Composto por 28 ônibus articulados e 65 convencionais, o sistema
fará atendimento direto a 148 bairros da Capital e de Aparecida de Goiânia e integrará
as regiões Noroeste, Norte, Central, Sudoeste, Sudeste e Sul por meio de seis terminais

         Maquete eletrônica prospecta plataforma que será construída na Praça do Cruzeiro, Setor Sul


Expansão
Goiânia é a 14ª cidade brasileira a investir no BRT como solução viável para
melhoria da mobilidade urbana. Em diferentes estágios, o sistema está presente em Belo
Horizonte (MG), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cascavel (PR), Curitiba (PR),
Fortaleza (CE), Maringá (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), São
Paulo (SP), Uberlândia (MG) e Vitória (ES). O Brasil, segundo o levantamento feito
pelo ITDP no ano passado, junto à China e ao México, responde por 65% do
crescimento total registrado em obras desse perfil. Mas a expansão do BRT é global.
A pesquisa do Institute for Transportationand Development Policy indica que há
552 quilômetros de BRT na China, 345 no Brasil, 234 no México, 210 na Indonésia,
104 nos Estados Unidos, 95 na Índia, 70 na África do Sul, 68 na França, 25 no Chile e
3,5 quilômetros na Argentina. No entanto, o sistema continua em ampliação. Além dos
21,8 quilômetros que serão acrescentados por Goiânia à malha total do Brasil, Estados
Unidos também projeta aumento dos corredores exclusivos para ônibus, que hoje estão
presentes em Pittsburgh, Cleveland, Las Vegas e Los Angeles. Os EUA planeja
instalações de BRT em Boston, Chicago e San Francisco.
“A exemplo do que acontece em todo o mundo, a frota automotiva em Goiânia
não para de crescer. O impacto desse aumento contínuo é visível nas ruas da cidade, no
cotidiano dos moradores. Buzinas, poluição, congestionamentos, infrações, entre uma
série de problemas que pautam a vida de quem está atrás do volante e também fora dele,
sinalizam de forma clara que é preciso mudar. A questão estrutural do trânsito está na
primeira ordem das discussões políticas em todo o mundo. Todos concordam que é
imprescindível inverter prioridades na busca de soluções para o problema da mobilidade
urbana. O coletivo deve sobrepujar o individual”, pondera Paulo Garcia.
Apenas entre os meses de janeiro e julho do ano passado, 20.135 novos veículos
passaram a circular pelas vias da Capital. Em 2013, a frota registrada em Goiânia era de
1.045.796. Em julho de 2014, estava em 1.139.775. Ao todo, 93.979 veículos ganharam
as ruas em apenas um ano. Proporcionalmente, 257 carros ou motos foram inseridos às
ruas diariamente. “São dados comparativos apenas dos últimos dois anos, mas não
expressam um crescimento pontual. Eles ilustram uma regra reafirmada em todos os
anos da história recente desta cidade. Estamos a favor do desenvolvimento urbano
sustentável, da manutenção da qualidade de vida. Por isso, não medimos esforços para
viabilizar o BRT para Goiânia, porque nós estamos olhando para o futuro”, acrescenta o
prefeito da Capital.
Apesar de não terem participado do levantamento feito pelo ITDP, que
mensurou a extensão das malhas do Bus Rapid Transit, também há BRT no Canadá,
Guatemala, Panamá, Colômbia, Venezuela, Equador, Peru, Finlândia, Suécia, Reino
Unido, Irlanda, Holanda, Alemanha, Suíça, República Tcheca, Portugal, Espanha,
Turquia, Irã, Nigéria, Japão, Coréia do Sul, Taiwan, Austrália e Nova Zelândia. Ao
todo, o BRT desponta como modelo de transporte coletivo em 35 países. Esse conceito
de transporte coletivo surgiu inicialmente em Goiânia com o Eixo Anhanguera, mas, na
década de 70, se desenvolveu com rapidez em Curitiba com o urbanista Jaime Lerner

´             Países que adotaram o BRT para melhoria da mobilidade urbana. Fonte: brtbrasil.org


Mobilidade
O quantitativo de cidades que criaram faixas exclusivas para o transporte
coletivo por meio do BRT saltou de 55 para 166 nos últimos 10 anos, ainda segundo o
ITDP. Goiânia será 167ª cidade a adotar o sistema. Ampliações dos números e das
experiências bem sucedidas fizeram com que o BRT se tornasse quase unanimidade
para os especialistas em transporte urbano enquanto opção com melhor custo benefício
para melhorias da mobilidade urbana e do meio ambiente em grandes centros urbanos.
Consenso construído também com base em prospecções como a da consultoria
Ernst&Young, que estima que, até 2050, se o automóvel continuar visto como principal
alternativa para deslocamento, 70% das pessoas vão utilizar veículos individuais para
locomoção em grandes cidades. Como impacto desse aumento médio de 20% frente ao
cenário atual, cada cidadão perderia, em média, 106 horas por ano em engarrafamentos.
Número que é o dobro do registrado hoje nos centros urbanos do Brasil. Outra taxa
preocupante é o aumento da população urbana. No país, atualmente ela está em 84%.
Em Goiás, 87%. Em Goiânia, 98%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE). Números esses superiores à média mundial, hoje pouco acima de
50%. No entanto, até 2050, a expectativa é de que a concentração populacional na zona
urbana atinja 70% em todo o mundo. Percentual que o Brasil já superou.
Investimentos em sistemas de transporte como o BRT e as ciclovias são
considerados mecanismos eficientes, atestado por cidades onde o funcionamento já está
avançado, para criar uma proporção de 60% de pessoas se deslocando por meio de
transporte coletivo e 40% de carro, para reduzir de 12% para 6% os gastos do Produto
Interno Bruto (PIB) com transporte e para evitar 180 mil mortes anuais em decorrência
de acidentes de trânsito. Para o diretor de transportes para a América Latina do ITDP,
Ulises Navarro, o BRT já provou ser uma medida eficaz para resolver a mobilidade
urbana em um prazo relativamente curto.
“Conforme a extensão, é possível implantar um sistema BRT, do planejamento à
execução, em dois anos. Enquanto isso, uma linha de metrô de mesmas proporções pode
demorar de seis até dez anos”, afirma. A expectativa é que o BRT de Goiânia seja
concluído em 20 meses. Segundo ele, as linhas Cristiano Machado, em Minas Gerais, e
a Transcarioca, no Rio de Janeiro, são consideradas as melhores do mundo. As vias do
BRT no Brasil são as únicas reconhecidas como padrão “gold” para o ITDP. Os títulos
foram concedidos em 2014 com base em mais de 30 critérios.


BRT Norte-Sul
O BRT é um sistema que opera sobre rodas, em faixas exclusivas e expressas.
Em todo o mundo, funciona com pagamento antecipado e integra-se a outras modais de
transporte por meio de estações fixas com objetivo de obter ganho operacional. O BRT
de Goiânia interligará as regiões Sul e Norte, dos terminais de integração Cruzeiro do
Sul, no Parque Amazônia, ao Recanto do Bosque, situado em bairro homônimo; por
meio de 28 ônibus articulados e de 65 convencionais, com instalação de ar
condicionado; que terão o dobro da velocidade de circulação atual, hoje estimada em 14
quilômetros por hora.
No itinerário do corredor estão as seguintes vias: Rio Verde, Quarta Radial,
Primeira Radial, 90, Praça do Cruzeiro, 84, 82 (Praça Cívica), Goiás, Praça dos
Trabalhadores, Goiás Norte, Horácio Costa e Silva, Tapuios Genésio de Lima Brito, dos
Ipês, Lúcio Rebelo, Oriente e Mangalô. Com circulação em velocidades entre 25 e 28
quilômetros por hora, o BRT terá quatro linhas em operação estruturadas de modo a
permitir a difusão da demanda e a dar acessibilidade em Goiânia aos municípios da
região metropolitana. Haverá também dispositivos de informação em tempo real com os
horários de chegada dos ônibus.
Para implantação do projeto, haverá nova estruturação viária e paisagística na
cidade. A reconfiguração das vias de Goiânia incluirá construção de três novos
terminais integradores (nas proximidades dos Correios, na Vila Brasília, da Rodoviária,
no Setor Central, e Avenida Perimetral) e de 39 plataformas de embarque e
desembarque; implantação de paisagismo, de novo sistema de iluminação e de
drenagem pluvial, de sensores e câmeras de monitoramento com funcionamento 24
horas por dia; reforma completa dos terminais Isidória, no Setor Pedro Ludovico;
Recanto do Bosque e Cruzeiro, além da reorganização do trânsito no trecho e nas
imediações por meio de novas sinalizações horizontal, vertical e semafórica.
O BRT contempla ainda a construção de três trincheiras, na Avenida Rio Verde
com Rua Tapajós, Parque Amazônia; na confluência da Rua 90 com Avenida 136, Setor
Sul, e no encontro das avenidas Goiás Norte e Perimetral Norte, Urias Magalhães.
Maquete mostra

    Maquete mostra uma das trincheiras que serão construídas para criação do corredor exclusivo do         BRT



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Projeto para transformar Cemitério Santana em ponto turístico




Projeto para transformar Cemitério Santana em ponto turístico será apresentado à prefeitura
Projeto visa resgatar a história da capital
O projeto que pretende transformar o Cemitério Santana em ponto turístico da capital, será apresentado ao prefeito em exercício, Agenor Mariano, na sexta-feira, 27, às 10h, no sexto andar do Paço Municipal. Elaborado pela Associação das Empresas Funerárias do Estado de Goiás (Aefego), o projeto visa resgatar a história da capital e conta com a parceria de outros órgãos e de profissionais renomados, como o arquiteto Leo Romano e o fotógrafo do eixo Rio-São Paulo, Caio Galucci.
A ideia é transformar o Cemitério Santana em ponto turístico nos mesmos moldes de outros cemitérios como o da Consolação, em São Paulo, e o da Recoleta, em Buenos Aires, na Argentina. Nestes locais, as visitas aos túmulos de personalidades famosas ou pelas obras tumulares viraram pontos turísticos.
O Cemitério Santana é o mais antigo de Goiânia, foi construído em 1940 e constitui-se hoje em testemunha firme da história da capital. Nos seus 290 mil metros quadrados estão sepultadas as principais personalidades da história oficial do Estado. Um exemplo é o jazigo da família de Pedro Ludovico Teixeira, o fundador de Goiânia e de sua esposa, dona Gercina Borges Teixeira; o poeta e escritor Leo Lynce; o jornalista, Jaime Câmara, fundador do grupo que leva o seu nome; e o primeiro prefeito de Goiânia, Venerando de Freitas Borges. Suas vidas, contribuições e memórias deram forma à história da cidade e do Estado de Goiás.
O local também é conhecido pela fachada no estilo art déco e pelos imponentes jazigos, que reúnem um belo e rico acervo de monumentos com esculturas de mármore, de granito e de bronze que mais parecem obras de arte a céu aberto.
Para ser transformado em ponto turístico, o cemitério deverá passar primeiro por reformas aprovadas pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental de Goiânia. A previsão é de que a restauração inicie até novembro.
Curiosidades
O Cemitério Santana foi tombado em 2000, pelo Decreto nº 1.879, de 26 de setembro pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da cidade de Goiânia. Recebeu este nome em homenagem à mãe de Maria, Santa Ana, padroeira do então Arraial de Sant´Ana, atual cidade de Goiás. Inicialmente foi administrado pelo Governo do Estado, a quem pertencia a área (Decreto no 90 A/38).
Parcerias do projeto
Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas)
Secretaria Municipal de Cultura (Secult)
Secretaria de Turismo (Sectur)
Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg)
Câmara dos Vereadores de Goiânia
Sindicato das Empresas Funerárias de Goiânia
Goiás Criativo
Secretaria de Cultura, Educação e Esporte de Goiás
Arquiteto Léo Romano
Fotógrafo Caio Gallucci
Revista The Book
Image Produções
Harmonia das Flores
Serviço
Assunto: Projeto para transformar cemitério Santana em ponto turístico será apresentado ao prefeito em exercício Agenor Mariano

Por Roberta Amorelli, da editoria de Assistência Social - Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Comerciantes do Setor União insatisfeitos com o corredor T-7 Recebe Prefeito com vaias.



Após a Prefeitura de Goiânia implantar o Corredor Universitário e a RMTC constatar a otimização dos serviços do transporte coletivo e melhoria do trânsito no trecho, a RMTC vive a expectativa da construção de novos corredores preferenciais.  O Corredor T-7 já foi finalizado e encaminhado para a Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC). Ligando a Praça Cívica até o Terminal Bandeiras, serão 10 quilômetros de preferência ao transporte coletivo no trânsito da capital. O Corredor T-9, que compreende o trecho da Avenida T-9 com a Avenida 85.
Em entrevista à Rádio 730, o presidente da CMTC, José Carlos Xavier, afirmou que o Corredor T-7 irá favorecer a mobilidade urbana da cidade. “Espelhamo-nos nos moldes em que foi criado o Corredor Universitário. Ele favorece a mobilidade urbana da cidade”, disse. De acordo com a gestora de Projetos da RMTC, Cristina Afonso, os corredores têm o objetivo de reduzir o tempo de viagem do ônibus em até 30% – tornando os deslocamentos mais rápidos – eles agregam valor para a mobilidade urbana em conjunto com outros modais, como o BRT Norte-Sul e o VLT.
O Corredor T-7 será o próximo a ser construído pela prefeitura e ele será benéfico para a população.

Porem os comerciantes não estão nada satisfeitos.  Com vaias e muita discussão, assim foi à recepção dada ao prefeito Paulo Garcia.  Na manha da hoje 23/02 na praça da feira do Setor União.  Os comerciantes revoltados e temendo a perda de clientes foram indiferentes ao prefeito e até discutiram com alguns secretários. "Esse pessoal do PT não dá atenção pra gente, quando falamos eles dão as costas, nos tratam com indiferença e não sabem ouvir a população" disse uma comerciante que teme fechar sua loja com o novo corredor. Outro comerciante argumentou que o Brasil esta em crise e que agora vai piorar ainda mais a situação deles.


A solenidade marcada para ás 08:30 da manhã foi tão rápida que era 08:45 da manha o prefeito já estava indo embora.
Orçado em R$ 30.899.857,55, o corredor será construído pela Jofege Pavimentação e Construção, empresa vencedora do processo de licitação realizado pela Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC). Os recursos aplicados são oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) – Pacto pela Mobilidade, do Governo Federal, e a previsão é de que a obra seja concluída em 12 meses. Esse é o quarto corredor de ônibus implantando na cidade. As avenidas 10 (corredor universitário), T-63 e 85 já possuem as faixas preferenciais. Com o objetivo de priorizar o transporte coletivo, o prefeito Paulo Garcia vai implantar, ao todo, 46,5 quilômetros de vias preferenciais que integrarão 66 linhas de ônibus, beneficiando diariamente mais de 600 mil usuários por dia útil.



O Prefeito Paulo Garcia usa rede social para desabafar contra a manifestação dos comerciantes.

Saia da mesmice Faça um curso em casa