quinta-feira, 23 de abril de 2015

GUARDA MUNICIPAL ESPANCA TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA QUE FAZIAM ASSEMBLEIA NA FRENTE DO PAÇO MUNICIPAL.



 Pois é, a falta de diálogo real com a categoria e a ausência de uma proposta da prefeitura acabou gerando a continuidade da greve dos trabalhadores. Assim que saiu o resultado da votação da Assembleia, agora a pouco, os manifestantes subiram para o bloco D e foram agredidos pela Guarda Municipal, que atacou os trabalhadores com spray de pimenta no rosto e pauladas na cabeça. Em meio a multidão presente no local, curiosamente, os alvos foram os coordenadores do Comando de Greve/SIMSED, dentre eles, Hugo Rincon, Valmer Medeiros, Antônio Gonçalves, Dalva, dentre outros.

Mais uma vez, a atual gestão da prefeitura de Goiânia mostra toda a sua truculência e falta de diálogo com a categoria. Pelo visto, as denúncias de irregularidades cometidas por ele em relação a gratificações polpudas para seus pares devem ter mexido com o senso do prefeito Paulo Garcia que, já sabemos, não tem o mínimo equilíbrio para gerir a cidade, muito menos situações de crise, como esta. Crise esta gerada por ele mesmo, ao lançar um decreto tirando direitos adquiridos dos servidores do município.

Será que mesmo agora, diante desta agressão aos trabalhadores, o Ministério Público vai continuar omisso, como se apresenta até o presente momento? Será que a política de boa vizinha com o poder, que vem acontecendo há tempos, vai continuar? O Ministério Público existe para quê mesmo?

Abaixo as fotos de dois dos manifestantes mais machucados: Dalva e Hugo Rincon. Eles sofreram golpes de cassetete na cabeça e no corpo.
 Os trabalhadores da educação agredidos foram para o 8º DP registrar Boletim de Ocorrência. Infelizmente, a prefeitura de Goiânia transformou a greve pacífica dos trabalhadores em caso de polícia. 












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